O COMEÇO E A LUTA PELA BASE

Uma história de vida não é algo que se cria, sonha e acontece. As coisas caminham por uma força maior e se complementam ou convergem para alguma realização positiva ou negativa. Pude ser securitário porque fiz o curso técnico de edificações. Tornei-me corretor de seguros porque fui securitário. Essa programação não foi planejada por mim, mas acabou se desencadeando e aceitei os desafios.  

Em determinado momento da nossa vida, somos envolvidos por uma situação que requer, ou nos compete, tomar decisões; satisfeitos ou insatisfeitos, conscientes ou inconscientes. Há um “plano diretor” invisível ali, cujas circunstâncias ainda não entendemos. É como se fossemos conduzido às cegas. É tudo muito filosófico.  O resultado futuro dependerá das atitudes, como você se comportou diante dos acontecimentos, o que colheu, aprendeu ou cultivou e como conseguiu empreender.

Quando entrei para o mundo dos seguros, através da Itaú Seguradora, já tinha princípios de vida e uma formação técnica em edificações. Foi lá que me preparei para exercer funções relevantes no processo de análise de riscos e comercialização do produto. Tomei a decisão de sair da Indústria e seguir a carreira já com uma  formação e experiência securitária, institucional e pessoal muito presente. Vim com a certeza que meu trabalho seria mais importante, mais valorizado e mais necessário ao segurado-consumidor de Seguros.

Passado três décadas desta decisão, sinto que volto a ser o inspetor de risco e regulador de sinistro que fui lá atrás e que nunca abandonei. Parece cíclico. Voltamos a filosofia da vida. O mercado de seguros atual ainda carece de cultura, mesmo diante da evolução dos sistemas, máquinas e equipamentos. É uma luta que se assemelha ao ser humano mais consciente, bem como a própria valorização do produto Seguro e sua importância social, ou seja, a categoria se desenvolve ao mesmo tempo que avançamos como sociedade no que se refere ao entendimento e conhecimento de cada indivíduo dentro do contexto social.

Este espaço temático e virtual tecnológico que podemos nos valer neste momento, é mais uma oportunidade para alcançarmos esses valores pré-existentes, primórdios do produto Seguro. Continuar o primeiro passo do homem na Lua em busca da tão sonhada cultura nacional do Seguro do povo brasileiro. Aqui, através do único produto imaterial e racional, lícito e justo, que chamamos de Seguro, vamos enriquecer em conhecimento e conscientização para garantir o futuro equilibrado da família e das conquistas materiais de cada geração, empresa ou instituição.

Shirtes Pereira

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