A GÊNESE DO SEGURO

A vida chegou a patamares de elevação mais consistentes para implantação definitiva de uma nova ordem.  Os mecanismos de comunicação alterados fundamentalizam a mudança. O que era antes conhecido como íntimo, ou não exposto, passa a ser desejado; um misto de revolução interior com exponenciais exterior. O “jeitinho brasileiro” passa a ser questionado, julgado e condenado, sabe por quê? Não construiu bases sólidas e de caráter do bem comum. Muitos ainda insistem em transitar por esses caminhos, buscam se preservar, não acreditam na mudança. Não conseguem entender que nada mais será com antes.

Bom, deixamos de filosofar e  vamos a nossa realidade nua e crua de princípios e finalidades do corretor de seguro. Estamos órfãos e nada mais nos representa, mas isso é bom ou ruim? Posso afiançar que é bom. A ausência de liderança ou a falta de “eleição” é sintomática e revela o nosso verdadeiro estado. Não há propostas, não há projetos, não há pesquisas, não há análises ou avaliações da base e o sistema está mudo com o barco a deriva.

Elegemos, ou elencamos, três prioridades que poderiam estar na pauta:  

  • Não podemos nos submeter à indústria;
  • Não podemos descaracterizar princípios legais;
  • Não podemos elitizar o processo.

Os temas nos remete a situações estéreis, que não contam com nenhuma ação por parte dos que dizem representantes da categoria. Nós podemos sair dessa situação abandonando ou não compactuando com o que nos envolve, com conversas ou propostas apócrifas ou ilações inconsequentes. Alguns tentam nos iludir com frases de ordem, como “juntos somos mais fortes”, mas sobre este princípio, podemos afirmar que seremos mais fortes quando nossas causas forem justas e para o bem de todos.

Para encerrar vamos colocar aqui princípio de ordem jurídica existente na relação trabalhista, que agrava ou constitui-se declaração de culpa:

  • Imperícia: incapacidade para realizar, falta de habilidade ou capacidade técnica;
  • Imprudência: precipitação, de má fé, extrapolação dos limites e do bom senso;
  • Negligência: deixar de fazer a coisa certa ou agir com indiferença, sem tomar as devidas precauções. Omissão ou falta de observação do dever.  

Shirtes Pereira

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